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Fluxos

Skills que se encaixam.

As melhores skills não são ilhas. Estas 14 cadeias existem porque os autores as desenharam assim — cada etapa produz o artefato que a próxima consome. Adicione a esteira inteira ao loadout de uma vez.

mattpocock/skills

Do briefing ao merge

A esteira completa do Matt Pocock. Cada etapa produz um artefato que a próxima consome — a conversa vira spec, a spec vira tickets, os tickets viram código testado e revisado.

7 etapas · 648 linhas

  1. Uma vez por repositório. Define tracker, vocabulário de triagem e onde os docs de domínio moram.

  2. A entrevista. Não sai daqui enquanto houver ramo de decisão em aberto.

  3. Sintetiza o que já foi discutido. Sem nova entrevista.

  4. Quebra em tickets tracer-bullet, cada um declarando o que o bloqueia.

  5. Executa os tickets com TDD e revisão embutidas.

  6. Dois eixos em paralelo: segue os padrões do repo? cumpre o que a spec pediu?

  7. O que o agente aprendeu que devia virar documentação.

emilkowalski/skill

O ciclo de animação

Quatro skills que se revezam entre propor, construir e julgar movimento. A separação entre quem escreve e quem critica é deliberada — a mesma sessão que escolheu a curva não é boa juíza dela.

4 etapas · 1.251 linhas

  1. Varre a interface procurando o que devia se mover — e rejeita o que não devia.

  2. Implementa. Decide na ordem: deve animar? com que propósito? qual curva? quanto tempo?

  3. Julga contra um padrão alto. Aprovação se conquista, não se presume.

  4. Auditoria de codebase inteira, com planos prontos para outro agente executar.

ibelick/ui-skills

Resgate de interface

Quando a interface existe e funciona, mas está torta. Escopo cirúrgico: cada passo conserta uma categoria e não encosta na identidade do produto.

5 etapas · 604 linhas

  1. Audita contra o próprio sistema de design do produto. Somente leitura no código-fonte.

  2. Passe rápido de deslop: espaçamento, hierarquia, tipografia.

  3. ARIA, foco, navegação por teclado, contraste, erros de formulário.

  4. Layout thrashing, propriedades de compositor, blur, motion travando.

  5. Title, OG, canonical, JSON-LD. O que só aparece quando alguém compartilha.

Leonxlnx/taste-skill

Do zero ao visual

A rota do taste-skill: estabelecer identidade e referência visual antes de escrever uma linha de código. Imagem primeiro, implementação depois.

4 etapas · 4.223 linhas

  1. Board de identidade: logo, paleta, mundo visual.

  2. Uma imagem horizontal por seção. Oito seções, oito imagens.

  3. Analisa as referências a fundo e só então implementa para bater com elas.

  4. Governa a implementação com dials de variância, movimento e densidade.

mattpocock/skills

Caça ao bug

O loop de diagnóstico, para quando algo quebrou ou ficou lento e ninguém sabe por quê. Reproduzir antes de teorizar; teste antes de correção.

4 etapas · 449 linhas

  1. Loop estruturado de diagnóstico até a causa raiz aparecer.

  2. O bug vira teste vermelho antes de virar correção.

  3. Confere se a correção respeita os padrões e não abriu buraco novo.

  4. Registra o que teria evitado o bug.

obra/superpowers

O método inteiro

A esteira do Superpowers, do primeiro "quero construir X" até o merge. Cada etapa é obrigatória por design — o pacote não confia que o agente vá pular a parte chata sozinho.

8 etapas · 2.672 linhas

  1. Antes de qualquer código. Explora intenção, requisito e desenho enquanto ainda é barato mudar.

  2. Vira plano escrito, claro o bastante para um júnior sem contexto seguir.

  3. Isola o workspace antes de executar. O plano não roda por cima do que você estava fazendo.

  4. Vermelho de verdade antes de verde. O teste precisa falhar primeiro.

  5. Subagentes executam tarefa a tarefa, com inspeção entre elas.

  6. Roda os comandos e lê a saída antes de dizer que passou. Evidência antes de afirmação.

  7. Pede revisão contra os requisitos originais.

  8. Decide como integrar: merge, squash, PR, descarte.

@opengsd/gsd-core

O ciclo de fase do GSD

O núcleo do GSD são seis comandos que se repetem por fase. Todo o resto das 76 skills é manutenção, auditoria ou atalho em volta deste ciclo.

7 etapas · 374 linhas

  1. Uma vez por projeto. Coleta contexto fundo e escreve PROJECT.md.

  2. O QUE a fase entrega, com pontuação de ambiguidade. Produz SPEC.md.

  3. Perguntas adaptativas para fechar o que a spec deixou aberto.

  4. PLAN.md com laço de verificação embutido.

  5. Executa os planos em ondas, respeitando dependência.

  6. UAT conversacional: valida o que foi construído com você, não sozinho.

  7. Extrai decisão, lição, padrão e surpresa dos artefatos da fase.

garrytan/gstack

A mesa de revisores

O gesto que define o gstack: submeter o mesmo plano a quatro papéis diferentes antes de escrever código. Cada um reclama de uma coisa que os outros não veem.

7 etapas · 8.151 linhas

  1. Intenção vaga vira spec executável em cinco fases.

  2. Modo fundador: isso move o quê? por que agora?

  3. Modo gerente de engenharia: dá para construir, manter e testar?

  4. Olho de designer, ainda no plano — antes de existir pixel.

  5. Quem vai manter isso daqui a seis meses?

  6. Revisão do diff antes de landar.

  7. Merge da base, testes, VERSION, CHANGELOG, commit, push, PR.

thedotmack/claude-mem

Memória entre sessões

O que fazer depois de ter memória persistente. A captura é automática; estas são as skills que leem o que foi capturado.

5 etapas · 515 linhas

  1. Prime inicial: lê o projeto inteiro uma vez para haver o que lembrar.

  2. "A gente já resolveu isso?" — busca nas sessões anteriores.

  3. Planeja já com o que a memória devolveu como contexto.

  4. Executa o plano em fases, com subagentes.

  5. A história inteira do projeto, narrada a partir da linha do tempo.

mksglu/context-mode

Orçamento de contexto

Não é sobre o que o agente produz, é sobre quanto custa produzir. Três pacotes atacam isso por ângulos diferentes — vale combinar em vez de escolher.

6 etapas · 341 linhas

  1. Primeiro passo obrigatório: valida runtimes, hooks e FTS5.

  2. Indexa documentação e código na base local, para buscar trecho em vez de reler arquivo.

  3. Recupera o snippet certo sem carregar o arquivo inteiro.

  4. Corta o lado da saída: registro comprimido por regra, não por pedido.

  5. Mostra o que a compressão economizou de fato na sessão.

  6. Mostra o que o roteamento de saída economizou de janela.

blader/humanizer

Texto que não parece IA

Dois pacotes atacam o slop de escrita por métodos opostos — um julga com nota, o outro reescreve sem mudar o conteúdo. Usados em sequência, cobrem o que nenhum cobre sozinho.

4 etapas · 1.196 linhas

  1. Pontua de 1 a 10 em cinco eixos. Abaixo de 35 de 50, revisa.

  2. Reescreve os tiques que a nota apontou, sem mexer no argumento.

  3. Passe final de edição com olho de marketing, não de escritor.

  4. Se for documentação, confere contra o manual de voz e tom da Vercel.

charlie947/social-media-skills

LinkedIn, do zero ao publicado

A ordem importa mais aqui do que em qualquer outro fluxo do catálogo: sem o passo da voz, tudo que vem depois escreve genérico.

7 etapas · 1.066 linhas

  1. Obrigatório e primeiro. Entrevista você e grava voice.md e about-me.md.

  2. As vinte histórias relevantes do nicho nos últimos sete dias.

  3. Pilares × oito formatos = de 24 a 40 pautas numa tabela.

  4. Seis aberturas de duas linhas para a pauta escolhida.

  5. Escreve no seu registro, lendo o voice.md.

  6. Pontua contra o seu próprio histórico de desempenho.

  7. Decide entre gráfico em HTML/CSS ou infográfico gerado.

coreyhaines31/marketingskills

Lançar um produto

A esteira de go-to-market do pacote do Corey Haines. Cada passo produz um artefato que o seguinte consome — posicionamento antes de oferta, oferta antes de copy, copy antes de canal.

7 etapas · 2.051 linhas

  1. O documento de contexto: ICP, posicionamento, diferenciação.

  2. Entrevista, review mining, VOC. O que os clientes realmente dizem.

  3. A oferta em si: valor, bônus, garantia, escassez, nome.

  4. A página que apresenta a oferta.

  5. O momento: Product Hunt, waitlist, checklist de lançamento.

  6. A camada de backlink e descoberta que sustenta o lançamento.

  7. A sequência que trabalha depois que o pico passou.

muratcankoylan/context-engineering

Contexto que não apodrece

Para quem constrói agentes, não para quem usa. A teoria de por que a sessão piora depois de uma hora — e o que fazer a respeito.

6 etapas · 1.607 linhas

  1. O modelo mental: o que é contexto e como cada parte afeta o comportamento.

  2. Perdido-no-meio, envenenamento, falha de atenção em sessão longa.

  3. Preservar estado útil enquanto reduz conversa e saída de ferramenta.

  4. Rascunho durável em disco em vez de tudo na janela.

  5. A camada mais subestimada: descrição de ferramenta que o agente entende.

  6. Como saber se qualquer uma dessas mudanças melhorou alguma coisa.